Amante Liberto

11 de abril de 2011 § Deixe um comentário

 Amante Liberto é o livro que conta sobre V, nosso querido vício! (literalmente)

Estou amando le-lo novamente e não tenho palavras pra descrever o que realmente sinto por ele. Fico com raiva, choro, me descabelo, dou risada com ele. Mas, tenho vontade de abraçá-lo a todo o momento.

O livro é muito interessante e cheio de historias paralelas, como a de John, que neste livro é mais enfatizada e a do Phury.

Eu confesso que fico super triste com o final desse livro, acho que Vishous sempre sofreu tanto por erros que não foram dele, então ele deveria ter um final melhor. Confesso que eu, realmente até hoje, depois de ler mais de uma vez, não entendo muito bem a relação da irmã de Jane com tudo. O fato de ele ser bi e achar que estava apaixonado por Butch me incomodava um pouco. Sem preconceitos ok. É só que…bom, já é difícil imaginar ele dormindo com outro vampiro, por mais que seja uma coisa mecânica, quanto mais apaixonado por alguém que não poderia nunca dar o que ele realmente precisa. Desculpem fãns de Butch, mais o irlandês católico falaria mais alto e V. precisa de alguém de goste das mesmas coisas que ele, porque uma coisa é aceitar outra é compartilhar. V. é muito másculo e poderoso. Achei que seria difícil ele se abrir com alguém já que, nem com Butch, ele foi totalmente aberto. Mas com Jane, ele quase que foi naturalmente, uma pessoa normal. Os bloqueios que ele teve foram poucos e duraram pouco também. Gosto de Jane porque ela é, como posso dizer, o V. em versão mulher. É a pessoa certa pra ele.

Eu gostaria só de entender por que Vishous estava no futuro de Jane desde pequena, mas e quanto ao V.?? Quer dizer, a Virgem Escriba não sabia dela, e também depois, ela não sabia o que iria acontecer com ela, não é?

Enfim, V é maravilhoso e fico muito feliz que ele tenha aberto seus sentimentos, seu coração e sua mente e tenha conseguido encontrar o amor de verdade: “Porque o amor, afinal, era eterno e não sujeito aos caprichos da morte”.

Abaixo, segue um trecho da primeira vez de Vishous e Jane. HOT HOT HOT!

Ele a levou para a pia e fez exatamente o que disse que faria. Se inclinou sobre ela, colocou suas mãos uma de cada lado na pia e deu a ordem:

– Segure-se.

Ela se segurou com força.

Ele usou as duas mãos nela, correndo-as para dentro de sua blusa, segurando seus seios. E então pousou as mãos sobre sua barriga ao redor de seu quadril.

V. puxou a calcinha para baixo com um único movimento.

-Oh!… É isso o que eu quero – Sua mão com a luva de couro segurou seu traseiro e o massageou – Levante essa perna.

Ela obedeceu e sua calça de ioga desapareceu sob seus pés. Suas coxas foram separadas e … sim, as mãos dele, uma com a luva, a outra sem, subiram. Ela sentiu que estava úmida e cheia de desejo enquanto esperava por ele.

– Jane… – ele sussurrou como numa reverencia.

Não houve prelúdio, não houve delicadeza no que ele fez com ela. Foram os lábios dele. O corpo dela. Dois pares de lábios se encontrando.

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