Asas de Anjo 5

12 de abril de 2011 § Deixe um comentário

Stella acordou ainda sonolenta. Parecia que estivera dormindo uma eternidade. Abriu os olhos vagarosamente e percebeu que estava em um lugar desconhecido. Como foi parar lá? Colocando os pensamentos no lugar, recordou-se de quase tudo. Não sabia exatamente como tinha parado no lugar onde se encontrava, mas lembrava nitidamente do beijo de Demetrius na porta da Universidade. Sim, estavam se beijando e então…lembrou-se das sombras. O que era aquilo? Queria saber se essa foi a causa da dor no peito que sentiu. Poderia ser? Ao se lembrar de como tinha doído e como tudo aquilo havia acontecido, Stella estremeceu da cabeça as pés. Estava louca, só podia. Só então se deu conta de que Demetrius estava ao seu lado na cama. Ela estava de costas para ele. Stella se virou e ficou a polegadas de distância do corpo de Demetrius. A mão dele repousava sobre seu corpo. Ele estava tão lindo! Suas pálpebras estavam fechadas, parecia estar em um sono pesado. Talvez estivesse sonhando porque, suas sobrancelhas estavam levemente franzidas. Estava vestindo apenas seu jeans. Já não estava mais de camisa. Stella percorreu seu lindo rosto com o olhar. Se ele não tivesse aquela barba por fazer o rosto dele seria como o de um bebê. Um bebê muito lindo por sinal. Descendo o olhar, Stella olhou seu peito forte e musculoso, com e pele bronzeada. Ele era só músculos e exalava sensualidade. Stella reparou seus ombros fortes. Demorou-se um tempo por ali, e reparou na ponta da asa do anjo tatuado nas suas costas. Dava para ver apenas algumas penas do desenho. Stella levou sua mão até ela e colocou seu indicador na asa. Sentiu um pequeno choque, como uma carga de energia sendo transportada para ela. Com a mesma mão Stella deslizou os dedos pelos músculos firmes de Demetrius. Ela o desejava. Queria sentir o corpo dele sobre o seu naquele momento e não pensar em nada mais. Sem tirar as mãos dele, Stella olhou para sua boca e em seguida, se esticou um pouco para tocar seus lábios com os seus. Então ele abriu seus olhos claros.

 

Demetrius sentiu o beijo de Stella, e foi como um despertador. A bela adormecida sendo acordada com um beijo. Era gay, mas foi o que ele pensou. Ele se afastou um pouco, a segurou pelo pulso da mão que estava sobre seu peito e a olhou.

  • O que está fazendo minha rosa? – ele perguntou aos sussurros
  • Faça amor comigo – ela respondeu sem vacilar se aproximando mais dele

Demetrius estava um pouco confuso. Não porque não queria fazer amor com Stella, mas sim porque achava que não deveria. Ele dormiu pensando em muitas maneiras de achar uma saída para tudo isso. E chegou a conclusão que teria realmente que deixá-la. A conclusão lhe doeu o peito, mas isso não queria dizer que ele desistiria dela. Ele a esperaria, ele faria sua parte para poder encontrar com ela novamente, e ela teria que acreditar nele e seguir seus instintos de anjo. Esse era plano para o amanhecer, mas Stella estava tão próxima dele, e queria fazer amor com ele! Estava excitada e só o toque dos seus lábios foi o suficiente para Demetrius acordar já em posição de ataque. O que havia entre os dois era algo inexplicável. Uma corrente elétrica, uma força maior que fazia com que quisessem que seus corpos estivessem colados o tempo todo. Ele era dela e ela era dele. Nada poderia mudar isso, eles eram um.

Stella soltou sua mão de entre as de Demetrius e tocou seu abdômen definido. Ele estremeceu pelo toque suave e devagar que ia descendo em direção ao ponto exato onde ele queria. Stella chegou próximo de seu rosto.

  • Eu amo você, faça amor comigo agora! – ela disse sussurrando firme

Como ele poderia negar se o que ele mais queria era estar dentro dela? Ele mataria por estar lá. Pensou que não conseguiria viver sem sua doçura e sem corpo junto ao dele. Não poderia viver sem Stella. Nunca.

Demetriu pegou a mão de Stella e a posicionou em seu próprio rosto. Com a mão livre, ele deslizou para dentro da blusa dela e pegou com gentileza um seio preenchendo-o por completo. Stella deu um gemido curto e abafado e ele adorou o som que produziu. Ele a beijou com delicadeza. Seus lábios se unindo exigentes por mais. Ele interrompeu o beijo, moveu o corpo um pouco mais para baixo. Levantou a blusa de Stella e apartou o sutiã branco de renda deixando os seios a mostra. Ele pegou um e levou seus lábios para o centro daquele lugar. Sugou-o com vontade, saboreando o seu delicioso sabor. Ele deslizou a mão para baixo, sem interromper o toque, e tocou no lugar onde ele gostaria de estar. Stella estremeceu e fez com que o corpo de Demetrius estremecesse juntamente com ela, na mesma freqüência. Afastando-se um pouco, Demetrius virou Stella deitada de costas e tirou sua blusa com um puxão rápido. Em seguida tirou sua calça e a calcinha.

– Tira isso! – ela disse referindo-se a sua calça

Demetrius fez o que ela mandou e se despiu. Ficando em cima dela, tomando cuidado para não depositar todo o seu peso, Demetrius tocou o belo rosto delicado de Stella.

– Você é linda …

Dizendo isso ele a beijou. Carinhosamente e logo depois, com vontade. Vontade de provar mais dela. Do seu corpo todo. Ele sabia que essa seria a ultima vez que estariam juntos até se encontrarem de novo, e não tinha certeza de quando seria isso. Por isso, Demetrius resolveu não pensar nas conseqüências e aproveitou cada segundo com ela. Tocou e explorou todos os cantos do seu corpo. Deixou ela fazer o mesmo. Deu prazer a ela de forma total e plena. Sentiu seu toque, seu cheiro, a textura de seu cabelo e sua pela feita de papel. E assim, eles se amaram por horas e horas. Ele estava em êxtase e suas asas queriam se abrir e bater forte com alegria e prazer. Ele não queria que acabasse, nunca, mas ele sabia que o amor que eles compartilharam, poderia passar até mesmo por vidas para estarem juntos. Ele acreditava nisso piamente.

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Amante Liberto

11 de abril de 2011 § Deixe um comentário

 Amante Liberto é o livro que conta sobre V, nosso querido vício! (literalmente)

Estou amando le-lo novamente e não tenho palavras pra descrever o que realmente sinto por ele. Fico com raiva, choro, me descabelo, dou risada com ele. Mas, tenho vontade de abraçá-lo a todo o momento.

O livro é muito interessante e cheio de historias paralelas, como a de John, que neste livro é mais enfatizada e a do Phury.

Eu confesso que fico super triste com o final desse livro, acho que Vishous sempre sofreu tanto por erros que não foram dele, então ele deveria ter um final melhor. Confesso que eu, realmente até hoje, depois de ler mais de uma vez, não entendo muito bem a relação da irmã de Jane com tudo. O fato de ele ser bi e achar que estava apaixonado por Butch me incomodava um pouco. Sem preconceitos ok. É só que…bom, já é difícil imaginar ele dormindo com outro vampiro, por mais que seja uma coisa mecânica, quanto mais apaixonado por alguém que não poderia nunca dar o que ele realmente precisa. Desculpem fãns de Butch, mais o irlandês católico falaria mais alto e V. precisa de alguém de goste das mesmas coisas que ele, porque uma coisa é aceitar outra é compartilhar. V. é muito másculo e poderoso. Achei que seria difícil ele se abrir com alguém já que, nem com Butch, ele foi totalmente aberto. Mas com Jane, ele quase que foi naturalmente, uma pessoa normal. Os bloqueios que ele teve foram poucos e duraram pouco também. Gosto de Jane porque ela é, como posso dizer, o V. em versão mulher. É a pessoa certa pra ele.

Eu gostaria só de entender por que Vishous estava no futuro de Jane desde pequena, mas e quanto ao V.?? Quer dizer, a Virgem Escriba não sabia dela, e também depois, ela não sabia o que iria acontecer com ela, não é?

Enfim, V é maravilhoso e fico muito feliz que ele tenha aberto seus sentimentos, seu coração e sua mente e tenha conseguido encontrar o amor de verdade: “Porque o amor, afinal, era eterno e não sujeito aos caprichos da morte”.

Abaixo, segue um trecho da primeira vez de Vishous e Jane. HOT HOT HOT!

Ele a levou para a pia e fez exatamente o que disse que faria. Se inclinou sobre ela, colocou suas mãos uma de cada lado na pia e deu a ordem:

– Segure-se.

Ela se segurou com força.

Ele usou as duas mãos nela, correndo-as para dentro de sua blusa, segurando seus seios. E então pousou as mãos sobre sua barriga ao redor de seu quadril.

V. puxou a calcinha para baixo com um único movimento.

-Oh!… É isso o que eu quero – Sua mão com a luva de couro segurou seu traseiro e o massageou – Levante essa perna.

Ela obedeceu e sua calça de ioga desapareceu sob seus pés. Suas coxas foram separadas e … sim, as mãos dele, uma com a luva, a outra sem, subiram. Ela sentiu que estava úmida e cheia de desejo enquanto esperava por ele.

– Jane… – ele sussurrou como numa reverencia.

Não houve prelúdio, não houve delicadeza no que ele fez com ela. Foram os lábios dele. O corpo dela. Dois pares de lábios se encontrando.

Citações Vampirescas

8 de abril de 2011 § Deixe um comentário

No twitter eu gosto muito de postar algumas citações de livros, cenas ou frases ditas por nossos queridos ídolos vampiros. Então, reuni algumas citações que postei por esses dias. Devo dizer que, algumas eu que peguei no livro em questão, mas outras são de diferentes fontes da web.

Enjoy

“O mal nunca encontrará a paz, pode triunfar, mas, jamais encontrará a paz.” Diário dos Vampiros – O Despertar

 “Atravessei oceanos de tempo para encontrar-te.”O Conde Drácula

“Seu sabor era um delicioso frêmito em sua boca, uma epifania, uma escandalosa explosão…”Amante Desperto

 “Assim, estendemos a mão para o caos furioso, apanhamos alguma coisa pequena e brilhante e nos agarramos à ela dizendo para nós mesmos que ela tem significado, que o mundo é bom, que não somos a encarnação do mal e que no fim iremos para casa.” Lestat de Lioncourt em “A História do Ladrão de Corpos”

“Nenhuma morte pode ser enorme como a vida O Vampiro Lestat

O bem e o mal são conceitos criados pelo homem” O Vampiro Lestat

“O mal é sempre possível. E a bondade é eternamente difícil.” Entrevista com o Vampiro

“Acredite-me, se pudesse ter uma ereção, a cama seria o primeiro lugar que te levaria” Amante Vingado

 Pegue tudo de mim, uma parte, um pedacinho só, o que quiser. Mas por favor, fique com alguma coisa.”Amante Eterno

Jan tocou meus lábios cerrados com os seus. O encanto era delicado e podia ser quebrado ao menor gesto. No fundo de seu coração frio temeu enfrentar meus olhos acusadores. Queria me pegar em seus braços, ter o direito de vigiar meu sono e provar de minha boca. Deitou ao meu lado e envolveu meu corpo. Não acordei, mas via e ouvia, era isso. Não queria despertar daquele mundo gostoso. Sentiu-me em seus braços e foi dominado pela frustração de não poder continuar comigo… ..sentiu ciúmes do sol, afinal seus raios estariam ao meu lado, e ele não”Alma e Sangue O Despertar do Vampiro

“…creia que a morada do mal está na alma e não no corpo.” – Amante Revelado

“Seus lábios eram suaves e seu beijo mais suave ainda, e na minha opinião, eles afataram-se muito rápido. Verdadeiramente muito rápido.” Amante Vingado

 Eu poderia ficar um dia todo tirando meus livros da prateleira e procurando por frases inesquecíveis dos livros que já li, mas acredito que seja o suficiente, por hora.

Dama da Noite

 

 

 

 

 

 

Asas de Anjo 4

30 de março de 2011 § Deixe um comentário

Leia os outros capítulos aqui —–>>Asas de Anjo/

Demetrius levou Stella para o seu esconderijo no edifício abandonado. Ele a levou nos braços, desacordada. Não sabia exatamente que tinha acontecido. Sim, ele viu as sombras, os pequenos anjos demoníacos, mas ele não sabia que Stella pudesse ver também. Isso nunca antes havia acontecido. Será que eles a machucaram? Por que eles apareceram para ela?

Demetrius colocou Stella sobre a cama, como não havia luz, pegou uma vela pela metade que estava jogada por lá e a acendeu com a ponta dos dedos. Um de alguns dons que ele ainda possuía. Colocou a vela perto da cama para poder enxergar Stella. Estava totalmente inconsciente mas, ainda respirava. Talvez tenha sido só o susto. O que aconteceria quando ela acordasse? Quais perguntas ele teria que responder? Quais mentiras ele teria que inventar? Falaria que não tinha visto nada. Ela iria achar que estava louca, ele não podia fazer isso. Um milhão de coisas se passava na cabeça de Demetrius e ele sentiu medo. Medo de perdê-la, medo que alguém machucá-la,  medo de não conseguir defende-la dos demônios ou dos anjos que a queriam morta para obter o fim do Jardim. Medo de nunca mais poder vê-la.  Com a angustia se apossando do seu peito, Demetrius chorou. Ajoelhado ao lado da cama, de frente para Stella, chorou sem reservas, deixando suas asas encolhidas e tristes. Demetrius estava com a cabeça em cima do antebraço, apoiados na cama, mas percebeu que dentro do aposento se emergia uma luz. Levantou o rosto e olhou diretamente para Angels. Ela estava parada a alguns metros dele e a algum espaço do chão. A luz que se via vinha dela, de suas mãos e corpo. Usava uma túnica branca até os pés descalços e brilhantes. Seus cabelos castanhos claros lisos eram cumpridos e iam do bico de viúva até a cintura, traçando uma única reta. Seus traços eram delicados e bem delineados. Perfeitos combinando com seus olhos amarelos. Ela parecia uma boneca  de porcelana, e sua presença emanava uma sensação de se estar protegido, de se estar bem, e a angústia estava indo embora devagar.

Angels olhou para Demetrius com um pequeno sorriso no rosto, quase imperceptível.

– Boa noite Anjo do Jardim – ela disse

– Boa noite mestra. Desculpe, não sou mais um anjo do jar ….

– Não me contrarie! Sou sua mestra e estou farta disso! Onde está o respeito? – disse ela o interrompendo

Apesar do seu jeito autoritário, sua voz era como veludo, macia, suave e calma.

– Desculpe mestra. Eu não tive a intenção, mas a senhora sabe que …

– Eu sei de tudo! Tudo o que desrespeito ao meu Jardim, tudo o que desrespeito aos meus anjos – ela disse interrompendo novamente – Anjo Caído, te dei uma chance de salvar esta filha de um anjo com um humano, que ganhará asas daqui a algum tempo. No entanto, você coloca a vida dela em perigo a todo o momento. No entanto, você não cumpre sua parte. Quer mesmo voltar para o seu lugar no Jardim?

Demetrius pensou que talvez estivesse sendo um teste. O que diria?

– Mestra. Eu sinto muito. Eu realmente estou tentando, mas há tanto fatores ….

– Está tentando? Você acha que não sei seus sentimentos por ela? Você acha que não vejo que não agüenta ficar uma vez se quer sem pecar? Você acha que, quando ela ir para o Jardim, uma herdeira do trono, irá querer ficar com um simples mensageiro que perdeu sua oportunidade quando veio a Terra?

Caramba! Essa mulher de anjo não tinha nada! E nunca deixava que ele  terminasse suas frases.

– Mestra, eu entendo, prometo fazer o que for possível para guardá-la, não vou deixar que nada aconteça a ela até a hora certa. E nada direi. Juro que nada direi a ela. Posso não subir para o Jardim novamente, mas a minha parte para salva-la eu farei, pois o a amo verdadeiramente, mais que  a mim mesmo.

Demetrius falou sem paradas, para o caso se não ser interrompido novamente.  Sim, era verdade, ele iria fazer tudo o que estivesse ao seu alcance.

– Se é verdade meu anjo, então ouça o que vou lhe dizer – ela fez uma longa pausa – Existem muitos que a querem morta e muitas que morreriam e matariam por ter o privilégio que você recebeu e ser o guardião da herdeira do Jardim, portanto, não estrague tudo.

Demetrius ficou em silencio apenas absorvendo tudo o que acabara de ouvir. Sim, ele poderia fazer isso. E então, ela desceu alguns metros para ficar mais perto dele, pegou sua mão com a sua brilhante e depositou nela uma medalhinha que dizia “ Use suas Asas”., fechou a mão de Demetrius e disse:

– Se quer isso, então para de se envolver com ela. Não existirá mais noites de amor. Está infringindo as regras e não posso aceitar. Nem por amor. Para já com isso ou será afastado e nunca mais verá sua amada novamente. Espero ter sido clara.

Dizendo isso, Angles desdobrou suas asas enormes e brancas com as pontas cristalinas, alinhadas em um desenho perfeito, sem nenhuma pena fora do lugar. Só de olhar ele tinha vontade de tocar. Asas impressionantes! Lindas! Hipnotizantes!

Angels bateu suas asas e desapareceu em meio a penumbra do quarto, levando com ela a luz que iluminava.  A vela já estava quase terminando e Demetrius olhou para Stella ainda dormindo na casa. Parecia um anjo em sua meiguice e doçura. Ele a amava, e teria que deixá-la partir. Poderia fazê-lo? Poderia ele guardá-la só de longe? O que falaria para ela?

Demetrius pensou nas sombras, longe de Stella ele não sabia se elas voltariam para assustá-la ou fariam alguma coisa. Talvez devesse ter perguntado para Angels o porquê disso. E, porque a medalha? Ele não sabia o que significava, somente guardou-a no bolso traseiro do jeans. Depois pensaria com mais calma. Talvez fosse só um presente para ele sentir-se melhor.

Quando ele viu Angels no quarto, Demetrius achou que as coisas poderiam se ajeitar, mas estava errado. Ela só veio para manda afastar-se de Stella. Nada no mundo doeria mais no peito do que ficar longe dela, mesmo com todas as coisas que aconteciam.

Demetrius deitou-se ao lado de Stella. Não queria pensar no que faria ao amanhecer, só queria senti-la junto dele a todo tempo. Ele a abraçou de modo que seu peito encostasse em suas costas. Como se ele estivesse protegendo-a. Cheirou seus cabelos e sentiu o cheiro de limpo, de xampu. A puxou para mais perto e adormeceu do jeito que ele queria que fosse para sempre, ao seu lado.

Vampiros. A busca pela verdade Part.2

29 de março de 2011 § Deixe um comentário

Eu adoro ver esses documentários sobre os vampiros. Será que eles realmente existiram?

Parte 2  

Asas de Anjo 3

26 de março de 2011 § Deixe um comentário

Leia os primeiros capítulos de Asas de Anjo AQUI

Demetrius deixou a prostituta no beco e sumiu para longe. Foi encontrar Stella na porta da Universidade. Estava 20 minutos atrasado e esperava que ela ainda estivesse lá. Não pôde falar com ela, tinha quebrado o seu telefone. Se sentindo culpado e muito frustrado a procurou no meio da multidão que saía do prédio. De longe viu Stella encostada em um muro falando no telefone. Ela era tão linda. Seus cabelos cor de mogno com reflexos naturais mais claros estavam soltos, iam até o meio da cintura. Usava uma blusa de mangas cumpridas preta com um colete escuro por cima, jeans e um all star preto. Simples e linda. Seus olhos cor de mel estavam arregalados. Parecia preocupada ou assustada. Sem mais esperar, Demetrius foi até ela.

  • Esta falando com quem? – ele disse.

Estava atrás dela e quando Stella ouviu sua voz, fechou o parelho em suas mãos e virou-se para ficar de frente para ele.

NO minuto seguinte, a expressão de preocupação foi embora dando lugar a um sorriso luminoso cheio de afeição, do tipo que fazia Demetrius tremer o corpo todo. Stella o abraçou como se ela o estivesse vendo pela primeira vez em anos.

  • Onde você estava? Estava tentando te ligar…
  • Meu telefone quebrou- disse ele interrompendo-a

Não gostava de mentir, e se pensasse no motivo que o levava fazer isso, se lembrasse do que havia feito a minutos atrás, provavelmente não conseguiria olhar para os olhos sinceros de Stella

  • Quebrou? Como? – ela perguntou desconfiada
  • Longa história. Chega de falar de mim. Quase morri de tanta saudade da minha rosa – ele disse passando a mão em seu rosto com delicadeza
  • Qual é o problema? Você está bem?

Stella o conhecia bem. Não tinha como disfarçar perto dela.

  • Você confia em mim?

Perguntou ele sem saber ao certo como explicar toda a sitação

  • Sim, claro que sim. Mas o que esta havendo Demetrius?

Ele fez uma pausa que pareceu durar anos. Respirou fundo e então prosseguiu

  • Preciso que confie em mim. Eu amo você e quando estiver preparada, contarei tudo que deve saber.

Era a primeira vez que Demetrius dizia aquilo. Stella, com certeza, de nada desconfiava. Nunca saberia que era um anjo, filho de uma mestra e um humano. Nunca imaginaria o que a aguarda. E jamais pensaria que Demetrius fizesse tais coisas, como a que havia cabado de fazer. Mas ele não podia mais esperar. Tinha que ir preparando-a para a verdade. Ele queria poder contar tudo a ela agora mesmo, e pedir que o ajudasse no seu esforço em suprir as necessidades do seu pecado e tirasse essa angustia do seu peito. E quem sabe, os dois poderião voltar para o Jardim e ficarem juntos. Como deve ser. Mas contar-lhe tudo agora estragaria parte do plano. Se Angels soubesse por um dos mensageiros que ele jogou as cartas na mesa antes da hora, ele seria carta fora do baralho. E talvez jamais veria Stella novamente. Mas, guardar esse segredo dela o estava matando. Ter que mentir, esconder a verdade o machucava por dentro a cada palavra dita em falso.

  • Demetrius, eu confio em você, mas não estou entendendo onde quer chegar. Você tem outra pessoa, é isso?

Demetrius olhou para o rosto perfeito de Stella. Seus olhos cor de mel agora brilhavam, um brilho triste e ancioso. Com a pouca luz da rua, não dava para ver nitidamente as sardas lindas que Demetrius amava. Com as duas mãos, segurou o rosto de Stella e encostou sua testa na dela. Respirou fundo para tomar forças, e sentiu o perfume maravilhoso de rosas que vinha de sua pele. Um perfume que parecia ter sido feito para ele cheirar. Assim como Stella, para ele amar.

  • Nunca mais diga isso! Nunca cogite essa idéia! Você é tudo pra mim. Tudo o que eu tenho. Tudo o que eu preciso. É a única razão da minha vida. É a única rosa do meu jardim.

Dizendo isso, Demetrius a beijou. Um beijo que começou lento, devagar, suave, e logo depois intenso e apaixonado. Stella colocou suas mãos na nuca de Demetrius e ele a segurou pela cintura e a puxou para mais perto de seu corpo. Gostava dela assim, perto dele. Tão perto que pareciam um só. Começou a sentir suas asas em puro êxtase. Uma sensação maravilhosa que só acontecia quando estava com ela. Suas mãos a pertavam enquanto Stella passava a mão por sua cabeça e sua nuca com intensidade. O beijo continuava, com suas bocas unidas, explorando, encontrando, se encaixando perfeitamente. O mundo parou para eles. Não existia mais nada. Nem o que os impediam de ficarem juntos, nem o que ele era, nem o que ela estava prestes a se tornar. Nada, apenas aquele momento. A vida valeria a pena sim. Apenas por ter esses momentos com ela.

Stella amava Demetrius. O que ele disse a assustou um pouco mas, agora, sabia que não poderia ser nada demais. Ele a amava também. Não era preciso dizer. Apenas com seu beijo, com seu toque, ela sabia. Tudo era perfeito com ele. Ele era perfeito e Stella agradeceu em pensamento por te-lo. Sua vida agora era completa. O que ele iria lhe dizer?Não importava, aguentaria tudo por ele.

Stella amava se sentir protegida pela enorme corpo de Demetrius, e como agora, adorava se aninhar a ele. Ela se perdeu nas sensaçõas. Estava tudo perfeito, mas então, Stella, mesmo com os olhos fechados, sentiu que escurecia. Havia alguma coisa sobre eles. Que sobrevoava sobre eles. Um pássaro? Sem interromper o beijo, Stella abriu os olhos e, o que viu, a assustou. Sombras negras, muitas delas em cima da cabeça de Demtrius. Não tinham forma, era mais como manchas negras voadoras. Stella interrompeu o beijo, deu dois passos para trás e olhou para elas e no momento seguinte, começou a sentir uma sensação ruim. Dor, sentia dor no corpo todo, como se ele estivesse cansado. Seu peito doía como se tivessem arrancado lhe o coração, estava vazia, e sua visão pareceu turva. Iria desmaiar. As sombras vieram para cima dela, parecia que queriam toca-la, mas não o fizeram. Sentiu medo.

  • Stella! Stella! – Demetrius gritou desesperado. Pôde ouvir. Será que ele também estava vendo?

Se não fosse por Demetrius, Stella teria caido de costas no chão, mas ele foi mais rápido e a segurou. Ele parecia desesperado e Stella apesar de não enxergar nitidamente, ainda via as sombras em cima dele, e as pessoas em volta estavam perto com olhares curiosos. Fizeram uma rápida roda em volta deles. Ainda sentindo a dor, viu que Demetrius a segurou no colo e logo depois, Stella apagou nos braços de Demetrius.

Fallen

21 de março de 2011 § Deixe um comentário

Um tema que adoro é anjos. Porque, sempre imaginamos que anjos são lindos, fofos e bonzinhos. Mas, a realidade é um pouco diferente.

Adoro essa série de Lauren Kate. “Fallen” e a sequência ” Tormenta”, cujo o lançamento foi no mês passado (fevereiro).

A história é tão boa que já têm planos para virar um filme.

Enfim, a série não acaba aí. Aqui no Brasil é que são apenas esses dois volumes traduzidos.

Há algo estranhamente familiar em Daniel Grigori. Misterioso, ele captura a atenção de Luce Price desde o momento que ela o vê em seu primeiro dia no internato Sword & Cross, em Savannah, Georgia. Ele é o único brilho em um lugar onde celulares são proibidos, os outros alunos são toscos e câmeras de seguranças acompanham todos os movimentos. Mesmo que Daniel não queira nada com Luce, e faz com que isso fique bem claro, ela não consegue deixar pra lá. Atraída por ele como uma mariposa é atraída por uma chama, ela tem que descobrir o que Daniel está tão desesperado pra esconder, mesmo que isso possa matá-la.

 

 

 

 

 

Enquanto Daniel está caçando os anjos que querem matar Luce, ela começa a aprender a utilizar as sombras como janelas para suas vidas passadas em Shorelina, sua nova escola. Lá estão alunos com talentos únicos: Nefilins, filhos ou descendentes de relacionamentos entre anjos e mortais…
Logo Luce está certa de que Daniel está escondendo um segredo mortal, e começa a questionar as consequências desse amor proibido