Asas de Anjo 5

12 de abril de 2011 § Deixe um comentário

Stella acordou ainda sonolenta. Parecia que estivera dormindo uma eternidade. Abriu os olhos vagarosamente e percebeu que estava em um lugar desconhecido. Como foi parar lá? Colocando os pensamentos no lugar, recordou-se de quase tudo. Não sabia exatamente como tinha parado no lugar onde se encontrava, mas lembrava nitidamente do beijo de Demetrius na porta da Universidade. Sim, estavam se beijando e então…lembrou-se das sombras. O que era aquilo? Queria saber se essa foi a causa da dor no peito que sentiu. Poderia ser? Ao se lembrar de como tinha doído e como tudo aquilo havia acontecido, Stella estremeceu da cabeça as pés. Estava louca, só podia. Só então se deu conta de que Demetrius estava ao seu lado na cama. Ela estava de costas para ele. Stella se virou e ficou a polegadas de distância do corpo de Demetrius. A mão dele repousava sobre seu corpo. Ele estava tão lindo! Suas pálpebras estavam fechadas, parecia estar em um sono pesado. Talvez estivesse sonhando porque, suas sobrancelhas estavam levemente franzidas. Estava vestindo apenas seu jeans. Já não estava mais de camisa. Stella percorreu seu lindo rosto com o olhar. Se ele não tivesse aquela barba por fazer o rosto dele seria como o de um bebê. Um bebê muito lindo por sinal. Descendo o olhar, Stella olhou seu peito forte e musculoso, com e pele bronzeada. Ele era só músculos e exalava sensualidade. Stella reparou seus ombros fortes. Demorou-se um tempo por ali, e reparou na ponta da asa do anjo tatuado nas suas costas. Dava para ver apenas algumas penas do desenho. Stella levou sua mão até ela e colocou seu indicador na asa. Sentiu um pequeno choque, como uma carga de energia sendo transportada para ela. Com a mesma mão Stella deslizou os dedos pelos músculos firmes de Demetrius. Ela o desejava. Queria sentir o corpo dele sobre o seu naquele momento e não pensar em nada mais. Sem tirar as mãos dele, Stella olhou para sua boca e em seguida, se esticou um pouco para tocar seus lábios com os seus. Então ele abriu seus olhos claros.

 

Demetrius sentiu o beijo de Stella, e foi como um despertador. A bela adormecida sendo acordada com um beijo. Era gay, mas foi o que ele pensou. Ele se afastou um pouco, a segurou pelo pulso da mão que estava sobre seu peito e a olhou.

  • O que está fazendo minha rosa? – ele perguntou aos sussurros
  • Faça amor comigo – ela respondeu sem vacilar se aproximando mais dele

Demetrius estava um pouco confuso. Não porque não queria fazer amor com Stella, mas sim porque achava que não deveria. Ele dormiu pensando em muitas maneiras de achar uma saída para tudo isso. E chegou a conclusão que teria realmente que deixá-la. A conclusão lhe doeu o peito, mas isso não queria dizer que ele desistiria dela. Ele a esperaria, ele faria sua parte para poder encontrar com ela novamente, e ela teria que acreditar nele e seguir seus instintos de anjo. Esse era plano para o amanhecer, mas Stella estava tão próxima dele, e queria fazer amor com ele! Estava excitada e só o toque dos seus lábios foi o suficiente para Demetrius acordar já em posição de ataque. O que havia entre os dois era algo inexplicável. Uma corrente elétrica, uma força maior que fazia com que quisessem que seus corpos estivessem colados o tempo todo. Ele era dela e ela era dele. Nada poderia mudar isso, eles eram um.

Stella soltou sua mão de entre as de Demetrius e tocou seu abdômen definido. Ele estremeceu pelo toque suave e devagar que ia descendo em direção ao ponto exato onde ele queria. Stella chegou próximo de seu rosto.

  • Eu amo você, faça amor comigo agora! – ela disse sussurrando firme

Como ele poderia negar se o que ele mais queria era estar dentro dela? Ele mataria por estar lá. Pensou que não conseguiria viver sem sua doçura e sem corpo junto ao dele. Não poderia viver sem Stella. Nunca.

Demetriu pegou a mão de Stella e a posicionou em seu próprio rosto. Com a mão livre, ele deslizou para dentro da blusa dela e pegou com gentileza um seio preenchendo-o por completo. Stella deu um gemido curto e abafado e ele adorou o som que produziu. Ele a beijou com delicadeza. Seus lábios se unindo exigentes por mais. Ele interrompeu o beijo, moveu o corpo um pouco mais para baixo. Levantou a blusa de Stella e apartou o sutiã branco de renda deixando os seios a mostra. Ele pegou um e levou seus lábios para o centro daquele lugar. Sugou-o com vontade, saboreando o seu delicioso sabor. Ele deslizou a mão para baixo, sem interromper o toque, e tocou no lugar onde ele gostaria de estar. Stella estremeceu e fez com que o corpo de Demetrius estremecesse juntamente com ela, na mesma freqüência. Afastando-se um pouco, Demetrius virou Stella deitada de costas e tirou sua blusa com um puxão rápido. Em seguida tirou sua calça e a calcinha.

– Tira isso! – ela disse referindo-se a sua calça

Demetrius fez o que ela mandou e se despiu. Ficando em cima dela, tomando cuidado para não depositar todo o seu peso, Demetrius tocou o belo rosto delicado de Stella.

– Você é linda …

Dizendo isso ele a beijou. Carinhosamente e logo depois, com vontade. Vontade de provar mais dela. Do seu corpo todo. Ele sabia que essa seria a ultima vez que estariam juntos até se encontrarem de novo, e não tinha certeza de quando seria isso. Por isso, Demetrius resolveu não pensar nas conseqüências e aproveitou cada segundo com ela. Tocou e explorou todos os cantos do seu corpo. Deixou ela fazer o mesmo. Deu prazer a ela de forma total e plena. Sentiu seu toque, seu cheiro, a textura de seu cabelo e sua pela feita de papel. E assim, eles se amaram por horas e horas. Ele estava em êxtase e suas asas queriam se abrir e bater forte com alegria e prazer. Ele não queria que acabasse, nunca, mas ele sabia que o amor que eles compartilharam, poderia passar até mesmo por vidas para estarem juntos. Ele acreditava nisso piamente.

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