A Noite

22 de abril de 2011 § Deixe um comentário

Frio. O vento soprava congelante e batia em meu rosto, tocando minha pele fina, como uma navalha afiada. Já não se via mais o sol, apenas alguns reflexos distantes encobridos pelas nuvens carregadas que pareciam mais com sombras escuras acinzentadas, sem forma. Do alto eu pude ver o esplêndor do pôr do sol indo embora para dar espaço para a noite plena e a lua. Ah, a lua! Prateada e tão brilhante que iluminava quilômetros de ruas em completo breu, engolidas pela escuridão da noite. Eu estava ali, somente aguardando a chegada da lua prateada para poder sair pela noite. Assim que o sol se foi totalmente e o céu foi tomado pela cor negra, a lua prateada já estava lá. Com apenas um olhar, ela me consumiu por inteira, e pude ver o quanto de perfeito havia naquilo. Um ponto luminoso no meio a escuridão, mas esse ponto, é mais do que apenas uma luz, é o coração. Sem a lua não existira noite, assim como sem o coração, não existiria a vida.

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